05/09/2014 - 10h37 - Atualizado em 05/09/2014 - 10h37

Lowes: 'Falta de colegas de equipe é o maior desafio'

Terminar a dez segundos do vencedor depois de alguns erros é bom

Fonte: Assessoria MotoGP

Sam Lowes acredita que o fato de ser o único piloto da Speed Up Team se revelou o maior desafio que ele e a equipe estão enfrentando nesta temporada da Moto2™.

Sam Lowes, Speed Up, GBR QP

Depois de ter terminado o Grande Premio caseiro em sétimo, em Silverstone no fim de semana passado, e com isso somado os primeiros pontos desde a corrida de Mugello, o estreante do Campeonato do Mundo e Campeão do Mundo de Supersport está contente com os progressos conseguidos.

“É claro que queria mais da minha corrida em casa, mas terminar a dez segundos do vencedor depois de alguns erros é bom,” disse Lowes ao motogp.com nesta quinta-feira. “Conheço bem Misano e Aragão, por isso estou ansioso pelas próximas duas etapas. Quando tivermos o chassi Speed Up funcionando bem será tão bom como qualquer outro. Agora estamos trabalhando melhor como equipe e seguindo na direção certa com a moto.”

No início da temporada o britânico concentrou-se em afinações como melhorar a posição de pilotagem para se sentir mais confortável. Ele agora está em busca de mais detalhes.

“Temos o banco como deve ser, mas agora são pequenas afinações e sentir-me ainda mais confortável,” continua Lowes. “No próximo ano vou conhecer todas as pistas, por isso estamos mesmo ansiosos por 2015. O segundo ano será muito melhor; esperamos muito mais consistência e resultados sólidos nos dez premios. Temos novo chassis chegando no final deste ano e sinto-me mais bem-vindo no paddock a cada fim de semana.”

Contudo, a falta de colega de equipe é o que Lowes considera como maior dificuldade.

“Na minha opinião, diria que tem sido uma das principais razões para a falta de consistência,” começa por resumir depois de ter iniciado o ano ao lado de Alessandro Nocco, que acabou perdendo o lugar devido à falta de patrocínios. “De momento, se seguirmos na direção errada nos treinos podemos perder toda a sessão. Se fossemos dois poderíamos testar duas coisas ao mesmo tempo. Assim, como digo, este é um dos principais motivos das dificuldades que temos tido este ano.”

“Tenho uma reunião com a equipe em Misano, na próxima semana, sobre se vou, ou não, ter um colega de equipe no próximo ano; muito vai ficar a devnedo-se a patrocínios e de momento não sei dizer se vou, ou não, ter alguém ao meu lado, mas seria muito bom mesmo se tivesse.”

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