02/08/2013 - 15h35 - Atualizado em 02/08/2013 - 17h34

As aventuras de Brucutu do Asfalto em: Brasília MotoCapital 2013

Desde tirar quase todos os acessórios do corpo no aeroporto até show do Erasmo Carlos.

Zuun,motorcycles

Entre risadas e... risadas, Arnildo Barbosa Lins (Brucutu estava à paisana) nos falou como foi sua ida ao MotoCapital. Evento este que bateu o público do ano passado, 380 mil pessoas prestigiaram o maior encontro de motociclismo da América Latina nos seus cinco dias. O Parque de Exposições da Granja do Torto foi pequeno para tanta gente na capital federal. Moto clubes de várias regiões se fizeram presentes, inclusive de outros países, como Argentina, Uruguai e até mesmo Estados Unidos.

Bom, vamos contar desde o início essa aventura do Brucutu, que teve que ir de avião à Brasília, pois está com problema no ombro e portanto não consegue andar no seu triciclo.

“No avião eu fui com tudo o que tenho direito. Cheguei ao aeroporto e veio uma ‘montoeira’ de foto, eles pensam que a gente é um e.t., né? (risos). Mas sou um cara de boa, não me importo. Na hora do detector de metais fui tirando tudo o que é de metal e colocando em uma caixinha... Aí minhas botas não passaram, tirei também! A capa também não... Pensei, ‘a hora que passar, passei!’ (risos). A Lindinha também precisou tirar muitos acessórios. Acho que muita gente pensa ‘porque esse imbecil não vem com roupa normal?’, eu seria só mais um dentro daquele avião se fosse assim!”, contou ele, que foi buscado pelo presidente “Catatau”, do MG Camundongos, no aeroporto e aguardado por barracas no evento.

Considerado por ele “estrondoso”, foi a sua quinta ida ao MotoCapital. Perguntamos-lhe sobre a evolução do encontro, foi só elogios: “A cada ano que passa o MotoCapital aumenta muito, este ano evoluiu na seguinte situação: a avenida principal ficou somente para os representantes e vendedores, o restante foi colocado nas laterais. Cada moto grupo/clube aluga uma tenda grande e fica ali hospedado. Daí a gente vai visitando os amigos nessas barracas e vamos recebendo cerveja, refrigerante, comida... ‘0800’! Também convites para almoçar, para jantar... Aquilo é um ‘auê’ 24 horas por dia”, disse feliz.

Além disso, ele estava maravilhado com os shows que viu: “Tiveram grandes shows. O que mais marcou foi o do Erasmo Carlos, ele tem 72 anos e se comportou no palco como um ‘guri’, me fez viajar no tempo em que eu era adolescente, ele era o nosso Deus da época! Depois foi o do The Fevers, fizeram ‘chover’, foi três horas de show! Cover da Janis Joplin, uma voz maravilhosa! O do Raúl Seixas também muito bom. E o do Elvis Presley, que adentrou o palco em cima de uma Harley, foi muito bom! Em matéria de show, o MotoCapital é dez!”

Perguntamos também, se ele foi de triciclo em alguma edição do evento: “Só em 2011 fui de triciclo, eu e mais outro casal, levamos cinco dias, uma agonia total! Porque viajar a grande distância com muita gente é muito dificultoso. Qualquer coisa que acontecer se eu estiver sozinho, eu irei resolver. Se andar em um bando, dez problemas que acontecerem, serão dez soluções a serem resolvidas”

Para encerrar, ele deu suas considerações finais sobre o encontro e falou sobre os gaúchos que lá estiveram: “Em qualquer canto que ‘tu’ vá sempre tem uma ‘gauchada’ fazendo festa. No MotoCapital até encontrei um companheiro do qual servimos quartel em 1982! Rever novos amigos e fazer novos amigos é muito bom. Distribuí 300 brasões que levam o meu nome, e já devo ter uns 10.270 mil espalhados por aí. O MotoCapital é um exemplo de motociclismo! Se eu fosse agradecer a todos que tanto me trataram bem lá, ficaria uma semana aqui falando!”

Veja aqui uma galeria de fotos repleta de amizade e alegria:

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